Ingredientes:
Massa:
- 3 xícaras de dedicação;
- 5 litros de dinheiro;
- 1 quilo de atenção;
- 1 tablete de noites sem sono;
- 2 colheres de sopa de coleguismo;
- 250 ml de imaginação
.
Cobertura:
- 3 colheres de sopa de atitude;
- 6 colheres de sopa de simpatia;
- Criatividade a gosto.
Modo de preparo:
Em uma faculdade grande e capacitada, coloque 3 xícaras de dedicação para conseguir fazer a torta Acadênu. Em seguida, acrescente 5 litros de dinheiro para conseguir pagar o xerox. Repasse para uma batedeira e acrescente 1 kg de atenção e 1 tablete de noites sem sono. Após bater por 1 semestre, deixe a massa descansar por 2 semanas na geladeira, pois, se ela estiver quente, pode desandar. Após esse descanso, a massa estará com menos saudade; então, acrescente as 2 colheres de coleguismo. Misture 250 ml de imaginação para as aulas de Embriologia, podendo, assim, perceber todos os bilhões de microorganismos que existem em nosso meio. Leve ao forno e deixe assar por 5 anos numa temperatura de 48 graus ao sol de Realeza.
Cobertura:
A cobertura é feita em fogo alto sempre, até pegar ponto de fervura. Coloque 3 colheres de atitude e, quando ela estiver esquentando, rapidamente acrescente 6 colheres de simpatia. Espalhe a cobertura em cima do bolo e enfeite com criatividade a gosto.
Rendimento:
- 32 formandas
Tempo de preparo:
- 5 anos e 6 meses
Autora: DALILA ÉLEN SCHNEIDER
Nutrição - 1a. fase
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Receita do Amor à Nutrição
Ingredientes:
1 porção de desejo
1/2 porção de disciplina
1 boa quantidade de personalidade
2 quantidades grandes de carinho
Porções e quantidade infinitas de paixão e sonhos.
Modo de Preparo:
Leve ao interior de seu pensamento o desejo, a disciplina e a personalidade, misturando todos cuidadosamente. Aguarde alguns minutos para que ocorra a fermentação e expansão da mistura. Após isso, acrescente o carinho, o qual irá trazer à receita uma nova consistência. Em seguida, adicione o melhor de sua paixão juntamente com seus maiores sonhos.
Em instantes, a química dos ingredientes fará da receita o irresistível e delicioso amor à nutrição.
Rendimento:
Porções inacabáveis durante toda a vida.
Tempo de preparo:
Meia aula universitária.
Valor nutricional:
Apresenta valores ou quantidades indispensáveis à saúde e auto-estima.
Observações:
Não apresenta quantidades significativas de arrependimento ou tristeza.
Recomenda-se a todo e qualquer futuro nutricionista.
Autora: ALINE LUIZA FÜHR
Nutrição - 1a. fase
1 porção de desejo
1/2 porção de disciplina
1 boa quantidade de personalidade
2 quantidades grandes de carinho
Porções e quantidade infinitas de paixão e sonhos.
Modo de Preparo:
Leve ao interior de seu pensamento o desejo, a disciplina e a personalidade, misturando todos cuidadosamente. Aguarde alguns minutos para que ocorra a fermentação e expansão da mistura. Após isso, acrescente o carinho, o qual irá trazer à receita uma nova consistência. Em seguida, adicione o melhor de sua paixão juntamente com seus maiores sonhos.
Em instantes, a química dos ingredientes fará da receita o irresistível e delicioso amor à nutrição.
Rendimento:
Porções inacabáveis durante toda a vida.
Tempo de preparo:
Meia aula universitária.
Valor nutricional:
Apresenta valores ou quantidades indispensáveis à saúde e auto-estima.
Observações:
Não apresenta quantidades significativas de arrependimento ou tristeza.
Recomenda-se a todo e qualquer futuro nutricionista.
Autora: ALINE LUIZA FÜHR
Nutrição - 1a. fase
Plano de aula 18 - O INÍCIO DA VIDA
Plano de aula 18
1- Identificação
Instituição:
Turma: 5o. série
Professora regente:
Estagiária: Flávia Luane Rommel
Dia:
Horário:
2- Tema
O início da vida
3- Conteúdos
- Teoria da geração espontânea
- Teoria cosmozóica (sobrenatural)
- Teoria da evolução do RNA (coacervado) natural
- Fóssil
4- Objetivos
4.1 Objetivo geral
- Adquirir uma visão geral das várias teorias para o surgimento da vida.
4.2 Objetivos específicos
- Entender o princípio das teorias
- Compará-las entre si
- Compreender fósseis e suas funções para a ciência
5- Metodologia de Ensino
- Expor as teorias
- Perceber os princípios de cada uma
- Compará-las para a percepção das diferenças
- Abordar o conceito e como foram formados os fósseis
- Explanar a importância dos fósseis para as descobertas sobre a origem
- Realizar a atividade
6- Avaliação
Pedir para os alunos para que façam um desenho de cada uma das teorias para a próxima aula.
7- Bibliografia
SHAPIRO, Robert. De onde viemos? In: BROCKMAN, J; MATSON, K. (org.) As coisas são assim: pequeno repertório do mundo que nos cerca. São Paulo: Cia. das Letras, 1997.p.57-63.
http://sobiologia.com.br/conteudos/Corpo/origem_da_vida2.php. Acesso em: 20/09/10.
http://www.infopedia.pt/$hipotese-cosmozoica Acesso em: 19/09/10.
1- Identificação
Instituição:
Turma: 5o. série
Professora regente:
Estagiária: Flávia Luane Rommel
Dia:
Horário:
2- Tema
O início da vida
3- Conteúdos
- Teoria da geração espontânea
- Teoria cosmozóica (sobrenatural)
- Teoria da evolução do RNA (coacervado) natural
- Fóssil
4- Objetivos
4.1 Objetivo geral
- Adquirir uma visão geral das várias teorias para o surgimento da vida.
4.2 Objetivos específicos
- Entender o princípio das teorias
- Compará-las entre si
- Compreender fósseis e suas funções para a ciência
5- Metodologia de Ensino
- Expor as teorias
- Perceber os princípios de cada uma
- Compará-las para a percepção das diferenças
- Abordar o conceito e como foram formados os fósseis
- Explanar a importância dos fósseis para as descobertas sobre a origem
- Realizar a atividade
6- Avaliação
Pedir para os alunos para que façam um desenho de cada uma das teorias para a próxima aula.
7- Bibliografia
SHAPIRO, Robert. De onde viemos? In: BROCKMAN, J; MATSON, K. (org.) As coisas são assim: pequeno repertório do mundo que nos cerca. São Paulo: Cia. das Letras, 1997.p.57-63.
http://sobiologia.com.br/conteudos/Corpo/origem_da_vida2.php. Acesso em: 20/09/10.
http://www.infopedia.pt/$hipotese-cosmozoica Acesso em: 19/09/10.
Plano de aula 17 - ORIGEM DA MORTE
Plano de aula 17
1- Identificação
Instituição:
Turma: 7o. Série
Professora regente:
Estagiária: Flávia Luane Rommel
Dia:
Horário:
2- Tema
Origem da morte
3- Conteúdos
- O aparecimento de seres pluricelulares
- Surgimento dos seres sexuados
- Morte programada
4- Objetivos
4.1 Objetivo geral
- Compreender a origem da morte programada
4.2 Objetivos específicos
- Compreender que o surgimento do sexo ocorreu no mesmo período que a morte programada e em seres unicelulares;
- Perceber que a morte programada foi uma evolução dos indíviduos para melhor adaptação ao meio.
5- Metodologia de Ensino
- Questionar os alunos sobre o que seria a morte fisiológica do ser
- Anotar as opiniões no quadro
- Falar aos alunos a definição, para Lynn Margulis, "a morte foi uma das primeiras doenças sexualmente transmissíveis"
- Explicar que há indivíduos que não possuem morte programada (unicelulares)
- Repassar que a morte teria surgido juntamente com o sexo, ainda nos primórdios da vida, nos seres unicelulares
- Perceber que ela está presente em todos os seres sexuados, inclusive nos humanos
- Definir a morte fisiológica como desintegração dos indivíduos
- Propor uma atividade, em grupo, de pesquisa sobre 4 temas:
- morte cerebral
- morte por parada cardíaca
- morte por parada respiratória
- o porquê da sobrevivência de alguns tecidos importantes para transplantes
6- Avaliação
A avaliação será feita através do trabalho de pesquisa, da apresentação e do debate sobre os mesmos.
7 - bibliografia
MARGULIS, Lynn. Do kefir à morte. In: BROCKMAN, J.; MATSON, K. (org.). As coisas são assim: pequeno repertório do mundo que nos cerca. São Paulo: Cia. das Letras, 1997.p.82-92.
Faces biológicas da morte. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/ensino-medio/faces-biologicas-morte-475576.shtml. Acesso em 27/09/10.
Jornal da ciência. Disponível em http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=35331. Acesso em: 27/09/10.
Sexo e origem da morte. Disponível em: http://gnoronha.blogspot.com/2007/04/o-sexo-e-origem-da-morte.html. Acesso em: 27/09/10.
1- Identificação
Instituição:
Turma: 7o. Série
Professora regente:
Estagiária: Flávia Luane Rommel
Dia:
Horário:
2- Tema
Origem da morte
3- Conteúdos
- O aparecimento de seres pluricelulares
- Surgimento dos seres sexuados
- Morte programada
4- Objetivos
4.1 Objetivo geral
- Compreender a origem da morte programada
4.2 Objetivos específicos
- Compreender que o surgimento do sexo ocorreu no mesmo período que a morte programada e em seres unicelulares;
- Perceber que a morte programada foi uma evolução dos indíviduos para melhor adaptação ao meio.
5- Metodologia de Ensino
- Questionar os alunos sobre o que seria a morte fisiológica do ser
- Anotar as opiniões no quadro
- Falar aos alunos a definição, para Lynn Margulis, "a morte foi uma das primeiras doenças sexualmente transmissíveis"
- Explicar que há indivíduos que não possuem morte programada (unicelulares)
- Repassar que a morte teria surgido juntamente com o sexo, ainda nos primórdios da vida, nos seres unicelulares
- Perceber que ela está presente em todos os seres sexuados, inclusive nos humanos
- Definir a morte fisiológica como desintegração dos indivíduos
- Propor uma atividade, em grupo, de pesquisa sobre 4 temas:
- morte cerebral
- morte por parada cardíaca
- morte por parada respiratória
- o porquê da sobrevivência de alguns tecidos importantes para transplantes
6- Avaliação
A avaliação será feita através do trabalho de pesquisa, da apresentação e do debate sobre os mesmos.
7 - bibliografia
MARGULIS, Lynn. Do kefir à morte. In: BROCKMAN, J.; MATSON, K. (org.). As coisas são assim: pequeno repertório do mundo que nos cerca. São Paulo: Cia. das Letras, 1997.p.82-92.
Faces biológicas da morte. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/ensino-medio/faces-biologicas-morte-475576.shtml. Acesso em 27/09/10.
Jornal da ciência. Disponível em http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=35331. Acesso em: 27/09/10.
Sexo e origem da morte. Disponível em: http://gnoronha.blogspot.com/2007/04/o-sexo-e-origem-da-morte.html. Acesso em: 27/09/10.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Plano de aula 16 - EVOLUÇÃO
Plano de aula 16
1-Identificação:
Instituição:
Turma: 6a. série
Professora regente:
Estagiária: Flavia Luane Rommel
Dia:
Horário:
2-Tema:
À procura de uma definição para evolução
3-Conteúdos:
- Evolução
- Darwin
4-Objetivos:
4.1 Objetivo geral
Perceber o equívoco na definição da evolução e na implicação dela na vida humana.
4.2 Objetivos específicos
- Estudar os equívocos em relação à evolução
- Definir evolução segundo Darwin
- Observar a aplicação no dia a dia dos seres
- Compreender no que a evolução implica em nossas vidas
5-Metodologia de ensino:
- Propor que os alunos falem sobre suas definições sobre evolução
- Explicar quem foi Darwin
- Apresentar a definição de evolução segundo Darwin
- Realizar uma atividade demonstrativa para a definição de Darwin, com borboletas de papel coladas sobre um fundo da mesma cor e outro de cor diferente buscando demonstrar o efeito da camuflagem, uma adaptação importante
- Comentar sobre a dificuldade dos evolucionistas em estudar a evolução das espécies
- Perceber os efeitos que essa teoria tem sobre a sociedade humana
- Propor nova discussão sobre a definição de evolução
- Aplicar avaliação: produção de uma frase individual sobre evolução
6-Avaliação:
Será através da participação nas discussões, na atividade demonstrativa e pela atividade de produção de fraes.
7-Bibliografia:
GOULD, Stephen Jay. Três aspectos da evolução. In: BROCKMAN, J.; MATSON, K. (org.) As coisas são assim: pequeno repertório do mundo que nos cerca. São Paulo: Cia. das Letras, 1997. p.95-100.
Plano de aula. Disponível em: http:antigo.revistaescola.abril.com.br/online/planosdeaula/ensino-fundamental1/PlanoAula_276504.shtml. Acesso em 27/09/2010.
1-Identificação:
Instituição:
Turma: 6a. série
Professora regente:
Estagiária: Flavia Luane Rommel
Dia:
Horário:
2-Tema:
À procura de uma definição para evolução
3-Conteúdos:
- Evolução
- Darwin
4-Objetivos:
4.1 Objetivo geral
Perceber o equívoco na definição da evolução e na implicação dela na vida humana.
4.2 Objetivos específicos
- Estudar os equívocos em relação à evolução
- Definir evolução segundo Darwin
- Observar a aplicação no dia a dia dos seres
- Compreender no que a evolução implica em nossas vidas
5-Metodologia de ensino:
- Propor que os alunos falem sobre suas definições sobre evolução
- Explicar quem foi Darwin
- Apresentar a definição de evolução segundo Darwin
- Realizar uma atividade demonstrativa para a definição de Darwin, com borboletas de papel coladas sobre um fundo da mesma cor e outro de cor diferente buscando demonstrar o efeito da camuflagem, uma adaptação importante
- Comentar sobre a dificuldade dos evolucionistas em estudar a evolução das espécies
- Perceber os efeitos que essa teoria tem sobre a sociedade humana
- Propor nova discussão sobre a definição de evolução
- Aplicar avaliação: produção de uma frase individual sobre evolução
6-Avaliação:
Será através da participação nas discussões, na atividade demonstrativa e pela atividade de produção de fraes.
7-Bibliografia:
GOULD, Stephen Jay. Três aspectos da evolução. In: BROCKMAN, J.; MATSON, K. (org.) As coisas são assim: pequeno repertório do mundo que nos cerca. São Paulo: Cia. das Letras, 1997. p.95-100.
Plano de aula. Disponível em: http:antigo.revistaescola.abril.com.br/online/planosdeaula/ensino-fundamental1/PlanoAula_276504.shtml. Acesso em 27/09/2010.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Plano de aula 15 - ORIGEM DA VIDA
Plano de aula 15
1 - Identificação
Instituição:
Turma: 7o. ano
Professora regente:
Estagiária: Gisele Trevisan
Dia:
Horário:
2 - Tema:
- Origem da vida
3 - Conteúdos:
- Comparar explicações científicas dos cientistas sobre a origem da vida
- Comparar ideias e/ou opiniões da religião, filosofia e ciência
4 - Objetivos
4.1 - Objetivo geral:
- Entender as explicações científicas sobre a origem da vida
4.2 Objetivos específicos:
- Comparar explicações científicas sobre a origem da vida
- Analisar as opiniões e contribuições dos cientistas para a origem da vida
- Explicar as experiências feitas por Pasteur e Redi
- Comparar e analisar as opiniões da religião, filosofia e ciência, sobre a origem da vida
- Encaminhar atividade aos educandos, na qual eles deverão fazer uma experiência idêntica à de Redi
5 - Metodologia de Ensino;
Primeiramente a estagiária fará comparações entre as explicações científicas sobre a origem da vida, analisando as opiniões e contribuições dos cientistas. Dando ênfase às experiências feitas por Pasteur e Redi. Em seguida, a estagiária fará comparações entre as opiniões da religião, filosofia e ciência sobre a origem da vida, observando que a ciência tem mais chance de ser correta, pois ela é científica e busca provar suas experiências. Por fim, a estagiária encaminhará a atividade, na qual os educandos deverão se basear na experiência feita por Redi, para daí fazer a sua, sendo que a professora distribuirá um material de apoio com os passos a serem seguidos para a experiência. Os educandos terão de pegar dois vidros vazios, dois pedaços pequenos de carne e uma telinha, sendo colocado em um vidro o pedaço de carne e tampado com a telinha e em outro vidro só o pedaço de carne sem telinha ao ar livre, os alunos deverão observar durante uma semana essa experiência para saber e compreender os resultados.
6 - Avaliação:
- A apreensão do conteúdo será verificada de acordo com a participação dos alunos durante a aula e pelo interesse pela atividade proposta que servirá de base para a apreensão do conteúdo exposto em sala de aula.
7 - Bibliografia:
- SHAPIRO, Robert. De onde viemos? In: BROCKMAN, J.; MATSON, K. (orgs.). As coisas são assim: pequeno repertório científico do mundo que nos cerca. São Paulo: Cia das Letras, 1997. p. 57-63.
- PAULINO, Wilson, Roberto. Origem da vida. Biologia Atual. São Paulo: Editora Ática, 2004. p.38-40.
8 - Anexos:
- Material de apoio para a experiência:
Experimento de Redi
Teorias sobre a origem da vida já eram propostas desde os filósofos gregos.
Dentre elas, duas são bem importantes:
1) A teoria da abiogênese ou geração espontânea;
2) Teoria da Biogênese.
Após uma introdução teórica (ver conteúdos) sobre o assunto, proponha a seus alunos repetir a experiência realizada por Francisco Redi.
Materiais:
- Dois pedaços de carne crua;
- Dois frascos sem tampa (podem ser vidros ou latas);
- Gaze;
- Fita adesiva.
Procedimento:
Coloque um pedaço de carne em cada frasco. Cubra um frasco com gaze e lacre com fita adesiva e deixe um sem lacre. Deixe os dois frascos ao ar livre. Verifique em quais aparecem as larvas. Peça aos alunos que expliquem o processo.
1 - Identificação
Instituição:
Turma: 7o. ano
Professora regente:
Estagiária: Gisele Trevisan
Dia:
Horário:
2 - Tema:
- Origem da vida
3 - Conteúdos:
- Comparar explicações científicas dos cientistas sobre a origem da vida
- Comparar ideias e/ou opiniões da religião, filosofia e ciência
4 - Objetivos
4.1 - Objetivo geral:
- Entender as explicações científicas sobre a origem da vida
4.2 Objetivos específicos:
- Comparar explicações científicas sobre a origem da vida
- Analisar as opiniões e contribuições dos cientistas para a origem da vida
- Explicar as experiências feitas por Pasteur e Redi
- Comparar e analisar as opiniões da religião, filosofia e ciência, sobre a origem da vida
- Encaminhar atividade aos educandos, na qual eles deverão fazer uma experiência idêntica à de Redi
5 - Metodologia de Ensino;
Primeiramente a estagiária fará comparações entre as explicações científicas sobre a origem da vida, analisando as opiniões e contribuições dos cientistas. Dando ênfase às experiências feitas por Pasteur e Redi. Em seguida, a estagiária fará comparações entre as opiniões da religião, filosofia e ciência sobre a origem da vida, observando que a ciência tem mais chance de ser correta, pois ela é científica e busca provar suas experiências. Por fim, a estagiária encaminhará a atividade, na qual os educandos deverão se basear na experiência feita por Redi, para daí fazer a sua, sendo que a professora distribuirá um material de apoio com os passos a serem seguidos para a experiência. Os educandos terão de pegar dois vidros vazios, dois pedaços pequenos de carne e uma telinha, sendo colocado em um vidro o pedaço de carne e tampado com a telinha e em outro vidro só o pedaço de carne sem telinha ao ar livre, os alunos deverão observar durante uma semana essa experiência para saber e compreender os resultados.
6 - Avaliação:
- A apreensão do conteúdo será verificada de acordo com a participação dos alunos durante a aula e pelo interesse pela atividade proposta que servirá de base para a apreensão do conteúdo exposto em sala de aula.
7 - Bibliografia:
- SHAPIRO, Robert. De onde viemos? In: BROCKMAN, J.; MATSON, K. (orgs.). As coisas são assim: pequeno repertório científico do mundo que nos cerca. São Paulo: Cia das Letras, 1997. p. 57-63.
- PAULINO, Wilson, Roberto. Origem da vida. Biologia Atual. São Paulo: Editora Ática, 2004. p.38-40.
8 - Anexos:
- Material de apoio para a experiência:
Experimento de Redi
Teorias sobre a origem da vida já eram propostas desde os filósofos gregos.
Dentre elas, duas são bem importantes:
1) A teoria da abiogênese ou geração espontânea;
2) Teoria da Biogênese.
Após uma introdução teórica (ver conteúdos) sobre o assunto, proponha a seus alunos repetir a experiência realizada por Francisco Redi.
Materiais:
- Dois pedaços de carne crua;
- Dois frascos sem tampa (podem ser vidros ou latas);
- Gaze;
- Fita adesiva.
Procedimento:
Coloque um pedaço de carne em cada frasco. Cubra um frasco com gaze e lacre com fita adesiva e deixe um sem lacre. Deixe os dois frascos ao ar livre. Verifique em quais aparecem as larvas. Peça aos alunos que expliquem o processo.
terça-feira, 1 de março de 2011
Plano de aula 14 - MATERIAL GENÉTICO - DNA
Plano de aula 14
1. Identificação:
Instituição:
Turma: 8o. ano
Professora regente:
Estagiária: Gisele Trevisan
Data:
Horário:
2. Tema:
- Material genético - DNA
3. Conteúdos:
- Comparar animal e ser humano
- Relação entre a visão simplista do DNA e ação do DNA
- Filme Jurassic Park
4. Objetivos:
4.1 Objetivo geral:
- Entender a ação do DNA nos seres vivos.
4.2 Objetivos específicos:
- Comparar animal e ser humano
- Explicar a relação entre a visão simplista e a ação do DNA
- Explicar as informações importantes contidas em cada letra que faz parte do DNA e suas combinações
- Assistir ao filme Jurassic Park
- Debater sobre o filme
- Encaminhar atividade aos educandos: a construção do DNA
5. Metodologia de ensino:
Primeiramente a estagiária fará uma pequena comparação entre um inseto, um animal e o ser humano e ver os que eles têm em comum. Em seguida, explicará a relação entre a visão simplista e a ação do DNA em seres vivos, explicando ainda as principais informações contidas em cada uma das letras que fazem parte do DNA, juntamente com suas combinações (A-T, G-C), explicitando as doenças causadas por erro de combinação dessas letras. Depois disso, a estagiária passará o filme "Jurassic Park". Após o filme, será feito um debate com base nele, para ouvir as opiniões dos alunos. Por fim, a estagiária encaminhará a atividade, na qual os educandos deverão construir um DNA, inspirados nas explicações da aula, mostrando nitidamente as combinações das letras.
6. Avaliação:
- A apreensão do conteúdo será verificada de acordo com a participação dos alunos durante o debate sobre o filme assistido. A atividade atrativa proposta, além de fixar o tema da aula, também servirá para avaliar se os educandos compreenderam as explicações.
7. Bibliografia:
- COHEN, Jack. Quem culpamos pelo que somos? In: BROCKMAN, J.; MATSON, K. (org.) As coisas são assim: pequeno repertório científico do mundo que nos cerca. São Paulo: Cia. das Letras, 1997. p.64-74.
- PAULINO, Wilson, Roberto. Origem da vida. Biologia Atual. São Paulo: Editora Ática, 2004. p.26-30.
- Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=9R9IZN3EgWE&feature=related
8. Materiais:
- Bolas de isopor para construção do DNA
- Tintas
- Palitos
1. Identificação:
Instituição:
Turma: 8o. ano
Professora regente:
Estagiária: Gisele Trevisan
Data:
Horário:
2. Tema:
- Material genético - DNA
3. Conteúdos:
- Comparar animal e ser humano
- Relação entre a visão simplista do DNA e ação do DNA
- Filme Jurassic Park
4. Objetivos:
4.1 Objetivo geral:
- Entender a ação do DNA nos seres vivos.
4.2 Objetivos específicos:
- Comparar animal e ser humano
- Explicar a relação entre a visão simplista e a ação do DNA
- Explicar as informações importantes contidas em cada letra que faz parte do DNA e suas combinações
- Assistir ao filme Jurassic Park
- Debater sobre o filme
- Encaminhar atividade aos educandos: a construção do DNA
5. Metodologia de ensino:
Primeiramente a estagiária fará uma pequena comparação entre um inseto, um animal e o ser humano e ver os que eles têm em comum. Em seguida, explicará a relação entre a visão simplista e a ação do DNA em seres vivos, explicando ainda as principais informações contidas em cada uma das letras que fazem parte do DNA, juntamente com suas combinações (A-T, G-C), explicitando as doenças causadas por erro de combinação dessas letras. Depois disso, a estagiária passará o filme "Jurassic Park". Após o filme, será feito um debate com base nele, para ouvir as opiniões dos alunos. Por fim, a estagiária encaminhará a atividade, na qual os educandos deverão construir um DNA, inspirados nas explicações da aula, mostrando nitidamente as combinações das letras.
6. Avaliação:
- A apreensão do conteúdo será verificada de acordo com a participação dos alunos durante o debate sobre o filme assistido. A atividade atrativa proposta, além de fixar o tema da aula, também servirá para avaliar se os educandos compreenderam as explicações.
7. Bibliografia:
- COHEN, Jack. Quem culpamos pelo que somos? In: BROCKMAN, J.; MATSON, K. (org.) As coisas são assim: pequeno repertório científico do mundo que nos cerca. São Paulo: Cia. das Letras, 1997. p.64-74.
- PAULINO, Wilson, Roberto. Origem da vida. Biologia Atual. São Paulo: Editora Ática, 2004. p.26-30.
- Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=9R9IZN3EgWE&feature=related
8. Materiais:
- Bolas de isopor para construção do DNA
- Tintas
- Palitos
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