Plano de aula 12
1- Identificação
Instituição:
Turma: 7o. ano
Professora regente:
Estagiária: Gisele Trevisan
Dia:
Horário:
2- Tema:
- Ferramentas do pensamento
3- Conteúdos:
- Instrumentos de pesquisa
- Explicar sobre fenômenos oftalmológicos
- Explicar sobre a importância de fazer ciências
4- Objetivos:
4.1 Objetivo geral:
- Entender sobre as ferramentas de pensamento e sobre o ensino de ciências
4.2 Objetivos específicos:
- Explicar sobre os instrumentos de pesquisa
- Explicar sobre fenômenos oftalmológicos
- Trazer um médico especialista para explicar e tirar dúvidas sobre oftalmologia
- Fazer os testes com os alunos
- Explicar sobre a importância de fazer ciências
- Encaminhar atividade aos educandos, na qual eles deverão fazer uma síntese sobre os demais exames ou doenças dos seres humanos, argumentando sobre as dificuldades que os mesmos irão enfrentar e também os preconceitos da sociedade.
5- Metodologia de ensino:
Primeiramente, a estagiária fará a exposição do conteúdo sobre ferramentas do pensamento, após, ela fará uma breve explicação sobre os instrumentos de pesquisas. Feito isso, a estagiária fará uma introdução sobre exames de oftalmologia, com isso será convidado um médico especialista nesse assunto para dar uma palestra esclarecedora sobre o assunto. Em seguida será feito o teste com os alunos, assim eles saberão mais sobre o assunto, tirando dúvidas com o palestrante também. Seguindo a explicação do conteúdo, a estagiária explicará sobre a importância de fazer ciência. Por fim, será encaminhada atividade aos educandos, para a qual eles deverão fazer uma síntese sobre os demais exames ou doenças que atingem os seres humanos, argumentando sobre as dificuldades que eles enfrentam e também sobre os preconceitos diante da sociedade.
6- Avaliação:
- A apresentação do conteúdo será verificada de acordo com a participação dos alunos durante a explicação da aula e durante a palestra. A atividade atrativa, além de fixar o tema da aula, também servirá para avaliar se os educandos compreenderam as explicações.
7- Bibliografia:
- PASCAL, Boyer. Ceteris Paribus. In: BROCKMAN, J.; MATSON, K. (org.). As coisas são assim: pequeno repertório científico do mundo que nos cerca. São Paulo: Cia. das Letras, 1997, p. 182-189.
8- Material:
- Livros didáticos para pesquisa
domingo, 30 de janeiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
Plano de aula 11 - ÁGUA
Plano de aula 11
1- Identificação
Instituição:
Turma: 6a. série
Professora regente:
Estagiária: Flavia Luane Rommel
Dia:
Horário:
2- Tema
Água
3- Conteúdos
- A importância da água para os seres vivos
- Ciclo da água
- Formato de sua molécula
- Propriedades físicas da água
4- Objetivos
4.1 Objetivo geral:
- Compreender a contribuição da água na manutenção da vida.
4.2 Objetivos específicos:
- Compreender a forma da molécula da água
- Perceber a importância do ciclo da água
- Observar as propriedades da água
5- Metodologia de Ensino
- Montar uma molécula juntamente com os alunos com bolinhas de isopor e varetas
- Perceber o formato da molécula e as pontes de H (imagem)
- Explicar o ciclo que a água faz no ambiente
- Passar o vídeo
- Comentar o vídeo
- Fazer a atividade proposta
6- Avaliação
Pedir para que os alunos façam grupos de três pessoas. Cada grupo fará uma imagem que possa representar os conteúdos estudados e apresentará aos colegas.
7- Bibliografia
ATKINS, Peter W. O fascínio da água. In: BROCKMAN, J.; MATSON, K. (org.). As coisas são assim: pequeno repertório do mundo que nos cerca. São Paulo: Cia. das Letras, 1997. p.51-56.
Vídeos:
1- Identificação
Instituição:
Turma: 6a. série
Professora regente:
Estagiária: Flavia Luane Rommel
Dia:
Horário:
2- Tema
Água
3- Conteúdos
- A importância da água para os seres vivos
- Ciclo da água
- Formato de sua molécula
- Propriedades físicas da água
4- Objetivos
4.1 Objetivo geral:
- Compreender a contribuição da água na manutenção da vida.
4.2 Objetivos específicos:
- Compreender a forma da molécula da água
- Perceber a importância do ciclo da água
- Observar as propriedades da água
5- Metodologia de Ensino
- Montar uma molécula juntamente com os alunos com bolinhas de isopor e varetas
- Perceber o formato da molécula e as pontes de H (imagem)
- Explicar o ciclo que a água faz no ambiente
- Passar o vídeo
- Comentar o vídeo
- Fazer a atividade proposta
6- Avaliação
Pedir para que os alunos façam grupos de três pessoas. Cada grupo fará uma imagem que possa representar os conteúdos estudados e apresentará aos colegas.
7- Bibliografia
ATKINS, Peter W. O fascínio da água. In: BROCKMAN, J.; MATSON, K. (org.). As coisas são assim: pequeno repertório do mundo que nos cerca. São Paulo: Cia. das Letras, 1997. p.51-56.
Vídeos:
http://www.youtube.com/watch?v=tK6JTpJNBK0 . Acesso em 19/09/10.
http://www.youtube.com/watch?v=yzLyJxXAyH4&feature=related . Acesso em 19/09/10.
Imagem.
http://static.infoescola.com/wp-content/uploads/2010/07/ponte-de-hidrogenio.jpg, Acesso em 20/09/10.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Plano de aula 10 - MENTE E CÉREBRO
Plano de aula 10
1- IDENTIFICAÇÃO
INSTITUIÇÃO:
TURMA: 8o. ano E.F.
PROFESSORA REGENTE:
ESTAGIÁRIA: Eliangela P. de Carvalho
DIA:
HORÁRIO:
2- TEMA
Mente e cérebro
3- CONTEÚDOS
- A mente pode fazer mais que o cérebro?
- Paralelismo psicológico
- Posições teóricas de alguns autores
- Sinapses
4- OBJETIVOS
4.1- Objetivo geral:
- Buscar a diferença entre cérebro e mente e o que a ciência fala sobre isso.
4.2- Objetivos específicos:
- Conceituar mente e cérebro
- Perceber as diferenças e ligações entre ambos
- Entender paralelismo psicológico
- Pesquisar posições teóricas dos autores
- Buscar o que a ciência fala sobre o assunto
- Pesquisar sinapses
5- METODOLOGIA
- Iniciar a aula com a dinâmica 2 verdades e 1 mentira (em anexo)
- Explicar que a ciência tem dificuldades para explicar mente, pois trabalha com provas
- Explicar que mente e cérebro estão ligados, mas são paralelos para o estudo, pois o cérebro pode ser pesquisado, tocado, estudado e a ciência não consegue provar, ainda, que estado mental corresponde a um estado físico do cérebro
- A estagiária utilizará o capítulo 17 do livro "AS COISAS SÃO ASSIM" para apoio nos exemplos e explicações
- Assistir a um vídeo sobre sistema nervoso
- Encaminhar a tarefa a ser realizada
- Mostrar algumas imagens e curiosidades sobre o assunto
6- AVALIAÇÃO
- A avaliação será feita em sala de aula
- Os alunos deverão confeccionar um jogo da memória para deixar na escola. O jogo deve ser baseado em figuras que expliquem sinapse e estejam relacionadas ao cérebro
7- BIBLIOGRAFIA
- WANG, Hao. A mente pode fazer mais do que o cérebro? In: BROCKMAN, J.; MATSON, K. (org.). As coisas são assim: pequeno repertório científico do mundo que nos cerca. São Paulo: Cia. das Letras, 1997, p. 159-163.
- Vídeo sistema nervoso. Disponível em: <http://siatemanervoso207.blogspot.com/>
- Charge. Disponível em: <http://sosvip.blogspot.com/2009/07/o-poder-da-mentenosso-cerebro-e-doido.html>
1- IDENTIFICAÇÃO
INSTITUIÇÃO:
TURMA: 8o. ano E.F.
PROFESSORA REGENTE:
ESTAGIÁRIA: Eliangela P. de Carvalho
DIA:
HORÁRIO:
2- TEMA
Mente e cérebro
3- CONTEÚDOS
- A mente pode fazer mais que o cérebro?
- Paralelismo psicológico
- Posições teóricas de alguns autores
- Sinapses
4- OBJETIVOS
4.1- Objetivo geral:
- Buscar a diferença entre cérebro e mente e o que a ciência fala sobre isso.
4.2- Objetivos específicos:
- Conceituar mente e cérebro
- Perceber as diferenças e ligações entre ambos
- Entender paralelismo psicológico
- Pesquisar posições teóricas dos autores
- Buscar o que a ciência fala sobre o assunto
- Pesquisar sinapses
5- METODOLOGIA
- Iniciar a aula com a dinâmica 2 verdades e 1 mentira (em anexo)
- Explicar que a ciência tem dificuldades para explicar mente, pois trabalha com provas
- Explicar que mente e cérebro estão ligados, mas são paralelos para o estudo, pois o cérebro pode ser pesquisado, tocado, estudado e a ciência não consegue provar, ainda, que estado mental corresponde a um estado físico do cérebro
- A estagiária utilizará o capítulo 17 do livro "AS COISAS SÃO ASSIM" para apoio nos exemplos e explicações
- Assistir a um vídeo sobre sistema nervoso
- Encaminhar a tarefa a ser realizada
- Mostrar algumas imagens e curiosidades sobre o assunto
6- AVALIAÇÃO
- A avaliação será feita em sala de aula
- Os alunos deverão confeccionar um jogo da memória para deixar na escola. O jogo deve ser baseado em figuras que expliquem sinapse e estejam relacionadas ao cérebro
7- BIBLIOGRAFIA
- WANG, Hao. A mente pode fazer mais do que o cérebro? In: BROCKMAN, J.; MATSON, K. (org.). As coisas são assim: pequeno repertório científico do mundo que nos cerca. São Paulo: Cia. das Letras, 1997, p. 159-163.
- Vídeo sistema nervoso. Disponível em: <http://siatemanervoso207.blogspot.com/>
- Charge. Disponível em: <http://sosvip.blogspot.com/2009/07/o-poder-da-mentenosso-cerebro-e-doido.html>
8- ANEXOS
Dinâmica:
Os alunos conversarão em duplas. Um deles deverá falar sobre sua vida e deverá contar duas verdades e uma mentira, o outro deverá descobrir qual é a mentira expondo para a classe para ver se acertou. O objetivo é dar introdução a aula sobre mente e cérebro, vendo se tiveram mais dificuldade em falar a verdade ou ao mentir.
A região onde um neurônio entra em contacto com outro para a passagem do impulso nervoso chama-se sinapse. O contato físico entre os neurônios através da sinapse não existe realmente, pois as estruturas estão próximas mas não se toca (espaço virtual) chamado de fenda sináptica. Os axônios costumam ter muitas ramificações e cada uma delas forma uma sinapse com outros dendritos ou corpos celulares. Estas ramificações são chamadas coletivamente de árvore terminal.
O nosso cérebro é doido!
De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea.
Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.
Sohw de bloa.
Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.
35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!
Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.
Sohw de bloa.
Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.
35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Plano de aula 09 - ORIGEM DA MORTE
Plano de aula 09
1- Identificação
Instituição:
Turma: 7a. série
Professora regente:
Estagiária: Flávia Luane Rommel
Dia:
Horário;
2- Tema
Origem da morte
3- Conteúdos
- O aparecimento de seres pluricelulares
- Surgimento dos seres sexuados
- Morte programada
- Integração de indivíduos
4- Objetivos
4.1 Objetivo geral
- Compreender a origem da morte programada
4.2 Objetivos específicos
- Compreender que o surgimento do sexo ocorreu no mesmo período que a morte programada em seres unicelulares
- Perceber que a morte programada foi uma evolução dos indivíduos para melhor adaptação ao meio
- Observar também que todos os indivíduos pluricelulares originaram-se da união de ancestrais unicelulares
5- Metodologia de Ensino
- Questionar os alunos sobre o que seria a morte fisiológica do ser
- Anotar as opiniões no quadro
- Expor aos alunos a afirmação, de Lynn Margulis, "a morte foi uma das primeiras doenças sexualmente transmissíveis".
- Explicar que há indivíduos que não possuem morte programada (unicelulares).
- Repassar que a morte teria surgido juntamente com o sexo, ainda nos primórdios da vida, nos seres unicelulares.
- Perceber que ela está presente em todos os seres sexuados, inclusive nos humanos.
- Ressaltar que os organismos multicelulares originam-se, nos primórdios da existência, pela fagocitose (o englobamento de partículas e a digestão das mesmas) de outros seres (união mútua) unicelulares que não foram totalmente digeridos.
- Definir a morte fisiológica, como desintegração dos indivíduos que se uniram.
- Propor uma atividade de pesquisa, em grupo, sobre 4 temas relacionando-os ao tema da aula:
* morte cerebral
* morte por parada cardíaca
* morte por parada respiratória
* O porquê da sobrevivência de alguns tecidos, importantes em transplantes.
6- Avaliação
A avaliação será feita através do trabalho de pesquisa, bem como da apresentação e do debate a ser realizado pelos alunos na próxima aula.
7- Bibliografia
MARGULIS, Lynn. Do kefir à morte. In: BROCKMAN, J.; MATSON, K. (org.). As coisas são assim: pequeno repertório do mundo que nos cerca. São Paulo: Cia. das Letras, 1997, p.82-92.
Faces biológicas da morte. Disponível em: <http://revistaescola.abril.com.br/ensino-medio/faces-biologicas-morte-475576.shtml>. Acessado em: 27/09/10.
Jornal das ciências. Disponível em: <http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=35331>. Acessado em: 27/09/10.
O sexo e a origem da morte. Disponível em: <http://gnoronha.blogspot.com/2007/04/o-sexo-e-origem-da-morte.html>. Acessado em 27/09/10.
1- Identificação
Instituição:
Turma: 7a. série
Professora regente:
Estagiária: Flávia Luane Rommel
Dia:
Horário;
2- Tema
Origem da morte
3- Conteúdos
- O aparecimento de seres pluricelulares
- Surgimento dos seres sexuados
- Morte programada
- Integração de indivíduos
4- Objetivos
4.1 Objetivo geral
- Compreender a origem da morte programada
4.2 Objetivos específicos
- Compreender que o surgimento do sexo ocorreu no mesmo período que a morte programada em seres unicelulares
- Perceber que a morte programada foi uma evolução dos indivíduos para melhor adaptação ao meio
- Observar também que todos os indivíduos pluricelulares originaram-se da união de ancestrais unicelulares
5- Metodologia de Ensino
- Questionar os alunos sobre o que seria a morte fisiológica do ser
- Anotar as opiniões no quadro
- Expor aos alunos a afirmação, de Lynn Margulis, "a morte foi uma das primeiras doenças sexualmente transmissíveis".
- Explicar que há indivíduos que não possuem morte programada (unicelulares).
- Repassar que a morte teria surgido juntamente com o sexo, ainda nos primórdios da vida, nos seres unicelulares.
- Perceber que ela está presente em todos os seres sexuados, inclusive nos humanos.
- Ressaltar que os organismos multicelulares originam-se, nos primórdios da existência, pela fagocitose (o englobamento de partículas e a digestão das mesmas) de outros seres (união mútua) unicelulares que não foram totalmente digeridos.
- Definir a morte fisiológica, como desintegração dos indivíduos que se uniram.
- Propor uma atividade de pesquisa, em grupo, sobre 4 temas relacionando-os ao tema da aula:
* morte cerebral
* morte por parada cardíaca
* morte por parada respiratória
* O porquê da sobrevivência de alguns tecidos, importantes em transplantes.
6- Avaliação
A avaliação será feita através do trabalho de pesquisa, bem como da apresentação e do debate a ser realizado pelos alunos na próxima aula.
7- Bibliografia
MARGULIS, Lynn. Do kefir à morte. In: BROCKMAN, J.; MATSON, K. (org.). As coisas são assim: pequeno repertório do mundo que nos cerca. São Paulo: Cia. das Letras, 1997, p.82-92.
Faces biológicas da morte. Disponível em: <http://revistaescola.abril.com.br/ensino-medio/faces-biologicas-morte-475576.shtml>. Acessado em: 27/09/10.
Jornal das ciências. Disponível em: <http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=35331>. Acessado em: 27/09/10.
O sexo e a origem da morte. Disponível em: <http://gnoronha.blogspot.com/2007/04/o-sexo-e-origem-da-morte.html>. Acessado em 27/09/10.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Plano de aula 08 - SIMETRIA NA NATUREZA
Plano de aula 08
1. IDENTIFICAÇÃO:
INSTITUIÇÃO:
TURMA: 9o. ano EF
PROFESSORA REGENTE:
ESTAGIÁRIA: Eliangela P. de Carvalho
DIA:
HORÁRIO:
2. TEMA:
- Simetria na natureza
3. CONTEÚDOS:
- Simetria no mundo natural
- Invariância na transformação
- Simetria e Einstein
4. OBJETIVOS:
4.1 Objetivo geral
- Perceber a simetria na natureza, buscar explicações e o que aconteceria se fosse modificado.
4.1 Objetivos específicos
- Entender o que é simetria
- Questionar se a simetria ocorre só na matemática
- Perceber a simetria na natureza
- Compreender a invariância na transformação
- Pesquisar o que Einstein diz a respeito da simetria
- Buscar o que a ciência diz a respeito da simetria
- Despertar a curiosidade de por que somos simétricos e o que aconteceria se não fosse assim
- Fazer exercício de imaginação de como seria se a natureza não fosse simétrica
5. METODOLOGIA:
- Iniciar a aula com a dinâmica do espelho
- Questionar os alunos se já repararam como são simétricos
- Perguntar que matéria estuda simetria
- Explicar que simetria também é ciência e está presente na natureza
- Pedir para que os alunos comentem o que é simétrico na natureza
- Mostrar algumas fotos para que percebam essa simetria
- Explicar a invariância na transformação, como ocorre e relacionar com o que Einstein diz a respeito
- Fazer um exercício de imaginação com os alunos de como seria se não fôssemos simétricos
- Discutir as dificuldades que encontraríamos e os problemas da falta de simetria imaginada
- Encaminhar uma atividade na qual os alunos farão montagens de recortes do simétrico e não simétrico
- Os alunos deverão montar um cartaz com os recortes mostrando as "vantagens" da simetria e como seria sem ela
6. AVALIAÇÃO:
A avaliação será feita através da participação dos alunos em sala e da realização da atividade proposta.
7. BIBLIGRAFIA:
- STEWART, Ian. Simetria: o fio da realidade. In: BROCKMAN, J.; MATSON, K. (org.) As coisas são assim: pequeno repertório científico do mundo que nos cerca. São Paulo: Cia. das Letras, 1997, p. 263-269.
- NO ESPAÇO TEMPO. Disponível em <
1. IDENTIFICAÇÃO:
INSTITUIÇÃO:
TURMA: 9o. ano EF
PROFESSORA REGENTE:
ESTAGIÁRIA: Eliangela P. de Carvalho
DIA:
HORÁRIO:
2. TEMA:
- Simetria na natureza
3. CONTEÚDOS:
- Simetria no mundo natural
- Invariância na transformação
- Simetria e Einstein
4. OBJETIVOS:
4.1 Objetivo geral
- Perceber a simetria na natureza, buscar explicações e o que aconteceria se fosse modificado.
4.1 Objetivos específicos
- Entender o que é simetria
- Questionar se a simetria ocorre só na matemática
- Perceber a simetria na natureza
- Compreender a invariância na transformação
- Pesquisar o que Einstein diz a respeito da simetria
- Buscar o que a ciência diz a respeito da simetria
- Despertar a curiosidade de por que somos simétricos e o que aconteceria se não fosse assim
- Fazer exercício de imaginação de como seria se a natureza não fosse simétrica
5. METODOLOGIA:
- Iniciar a aula com a dinâmica do espelho
- Questionar os alunos se já repararam como são simétricos
- Perguntar que matéria estuda simetria
- Explicar que simetria também é ciência e está presente na natureza
- Pedir para que os alunos comentem o que é simétrico na natureza
- Mostrar algumas fotos para que percebam essa simetria
- Explicar a invariância na transformação, como ocorre e relacionar com o que Einstein diz a respeito
- Fazer um exercício de imaginação com os alunos de como seria se não fôssemos simétricos
- Discutir as dificuldades que encontraríamos e os problemas da falta de simetria imaginada
- Encaminhar uma atividade na qual os alunos farão montagens de recortes do simétrico e não simétrico
- Os alunos deverão montar um cartaz com os recortes mostrando as "vantagens" da simetria e como seria sem ela
6. AVALIAÇÃO:
A avaliação será feita através da participação dos alunos em sala e da realização da atividade proposta.
7. BIBLIGRAFIA:
- STEWART, Ian. Simetria: o fio da realidade. In: BROCKMAN, J.; MATSON, K. (org.) As coisas são assim: pequeno repertório científico do mundo que nos cerca. São Paulo: Cia. das Letras, 1997, p. 263-269.
- NO ESPAÇO TEMPO. Disponível em <
http://noespaco-tempo.blogspot.com/2006/09/simetria-uma-caracterstica-que-pode-ser_30.html> Acesso em 08/12/2010.
8. ANEXOS:
Orientação para dinâmica:
Usar dois espelhos, um normal e um distorcido usado em truques de mágica. Pedir para que os alunos se admirem por alguns segundos. Em fila, todos devem passar pelos espelhos e prestar atenção nas reações dos alunos. Em seguida, perguntar se eles já repararam como são simétricos. Usar a dinâmica para introdução do tema.
sábado, 18 de dezembro de 2010
Plano de aula 07 - ASPECTOS DA EVOLUÇÃO
Plano de aula 07
1. IDENTIFICAÇÃO:
INSTITUIÇÃO:
TURMA: 1o. série Ensino Médio
PROFESSORA REGENTE:
ESTAGIÁRIA: Eliangela P. de Carvalho
DIA:
HORÁRIO:
2. TEMA:
Aspectos da evolução
3. CONTEÚDOS:
- Aspectos da evolução e origem da vida
- Adaptação/seleção natural
- Evolução e árvore genealógica dos humanos, espécies e linhagens
- Revoluções: copernicana, darwiniana e freudiana
4. OBJETIVOS:
4.1 OBJETIVO GERAL:
- Conhecer as teorias da evolução, como aconteceram e suas formulações
4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Conhecer as teorias da evolução
- Relacionar evolução, adaptação e seleção natural
- Exemplificar evolução com árvore genealógica (raças, espécies e linhagens)
- Comparar as revoluções científicas: copernicana, darwiniana e freudiana
5. METODOLOGIA:
- Iniciar a aula com um video do youtube sobre teorias da evolução
- Comentar sobre o assunto
- Explicar as teorias relacionando e comparando evolução, adaptação e seleção natural
- Usar exemplos do texto "Três aspectos da Evolução" do livro "AS COISAS SÃO ASSIM"
- Encaminhar uma atividade de pesquisa para os alunos
- Esclarecer as dúvidas dos educandos
- Realizar atividade na qual os alunos farão a sua árvore genealógica com todos os dados que puderem coletar.
6. AVALIAÇÃO:
A avaliação será feita durante a aula e através da atividade proposta.
7. BIBLIOGRAFIA:
- GOULD, Stephen Jay. Três aspectos da evolução. In: BROCKMAN, J; MATSON, K. (org.) As coisas são assim: pequeno repertório científico do mundo que nos cerca. São Paulo: Cia. das Letras, 1997, p.95-100.
- YOUTUBE. Disponível em <http://www.youtube.com/watch?v=CCZN1YfbVQM>
- PORTAL SÃO FRANCISCO. Disponível em: <
1. IDENTIFICAÇÃO:
INSTITUIÇÃO:
TURMA: 1o. série Ensino Médio
PROFESSORA REGENTE:
ESTAGIÁRIA: Eliangela P. de Carvalho
DIA:
HORÁRIO:
2. TEMA:
Aspectos da evolução
3. CONTEÚDOS:
- Aspectos da evolução e origem da vida
- Adaptação/seleção natural
- Evolução e árvore genealógica dos humanos, espécies e linhagens
- Revoluções: copernicana, darwiniana e freudiana
4. OBJETIVOS:
4.1 OBJETIVO GERAL:
- Conhecer as teorias da evolução, como aconteceram e suas formulações
4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Conhecer as teorias da evolução
- Relacionar evolução, adaptação e seleção natural
- Exemplificar evolução com árvore genealógica (raças, espécies e linhagens)
- Comparar as revoluções científicas: copernicana, darwiniana e freudiana
5. METODOLOGIA:
- Iniciar a aula com um video do youtube sobre teorias da evolução
- Comentar sobre o assunto
- Explicar as teorias relacionando e comparando evolução, adaptação e seleção natural
- Usar exemplos do texto "Três aspectos da Evolução" do livro "AS COISAS SÃO ASSIM"
- Encaminhar uma atividade de pesquisa para os alunos
- Esclarecer as dúvidas dos educandos
- Realizar atividade na qual os alunos farão a sua árvore genealógica com todos os dados que puderem coletar.
6. AVALIAÇÃO:
A avaliação será feita durante a aula e através da atividade proposta.
7. BIBLIOGRAFIA:
- GOULD, Stephen Jay. Três aspectos da evolução. In: BROCKMAN, J; MATSON, K. (org.) As coisas são assim: pequeno repertório científico do mundo que nos cerca. São Paulo: Cia. das Letras, 1997, p.95-100.
- YOUTUBE. Disponível em <http://www.youtube.com/watch?v=CCZN1YfbVQM>
- PORTAL SÃO FRANCISCO. Disponível em: <
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/evolucao-dos-seres-vivos/teorias-da-evolucao.php>
- UOL EDUCAÇÃO. Disponível em: <
http://educacao.uol.com.br/atualidades/descoberta-australopithecus-sediba.jhtm>
8. ANEXOS:
- Atividades de pesquisa:
Os alunos serão divididos em grupos. cada grupo pesquisará uma teoria: darwiniana, de Lamark, teoria sintética, de Freud e copernicana. Após a pesquisa, os grupos farão a apresentação oral para a turma. A apresentação será em forma de debate. Cada grupo defenderá sua teoria e deverá ter um representante que estará vestido como o autor da teoria. Para isso, deverão pesquisar fotos dos autores.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Carta ao Aberta Reitor da UFFS
Realeza, 17 de dezembro de 2010
Ao Magnífico Reitor da Universidade Federal da Fronteira Sul
Dr. Dilvo Ilvo Ristoff
Com os nossos cordiais cumprimentos nos dirigimos à Vossa Excelência para manifestar nosso descontentamento acerca de vários aspectos, no que se refere à estrutura física, pedagógica e de apoio estudantil do campus Realeza, ao longo do ano letivo. Os problemas que enfrentamos durante todo o ano de 2010 são incontáveis.
No aspecto pedagógico, a UFFS funcionou boa parte do ano sem um estatuto próprio, sem Projeto Político Pedagógico e, tampouco, sem grade curricular definida em seus cursos de graduação. Neste sentido há um agravante, pois neste contexto não tínhamos o número de docentes necessários para compor um colegiado, estabelecer discussões institucionais e consequentemente termos uma grade curricular definida em tempo hábil.
Houveram desistências por falta de estrutura e os docentes que ficaram estiveram sobrecarregados durante todo ano letivo com as questões burocráticas de uma universidade que não estava pronta para funcionamento, e isso, infelizmente, refletiu no princípio básico de uma universidade que é o comprometimento com a formação acadêmica.
Ademais, os professores tiveram que se deslocar constantemente para Chapecó, resultando em alteração nos horários de aulas. Muitas vezes, acadêmicos e professores eram avisados um dia antes ou até no mesmo dia da reunião, plenária, posse, ou qualquer outra atividade. Consequentemente, ficamos muitas vezes sem aula ou com apenas um terço dos docentes no campus, estes tendo que literalmente “virar-se”. Além disso, alguns cursos vivenciaram, ao longo do ano letivo, certa insegurança quanto aos turnos, pois não havia
clareza nas informações.
Também houve oscilações e mudanças institucionais em relação às disciplinas do tronco comum, pois ele fora implementado e posteriormente alterado várias vezes sem considerar as especificidades inerentes de cada curso, tornando-o, pela percepção dos acadêmicos, algo denso e maçante.
Do ponto de vista científico e cultural, novamente fomos prejudicados. A biblioteca que temos infelizmente possui menos exemplares de livros que qualquer biblioteca de uma Escola Municipal. É notória a não existência de livros suficientes para suprir as necessidades dos acadêmicos de todos os cursos e os que estão à disposição só serão usados nos próximos dois ou três anos, pois abrangem outras áreas do conhecimento. Isso nos preocupa, já que aqui teremos nutricionistas, médicos veterinários e o mais importante, os professores, futuros egressos dos cursos de licenciatura oferecidos neste campus, profissionais que estarão diretamente ligados à formação educacional de pessoas que serão responsáveis pelo desenvolvimento humano.
Outro aspecto importantíssimo é a necessidade da criação de laboratórios de ensino, pois na falta deles a qualidade de nossas graduações fica prejudicada. Baseados na realidade de outras Universidades como a UNILA (que também foi criada recentemente), verificamos que eles não passam por estes problemas, pois possuem uma estrutura provisória que para a nossa realidade é algo inimaginável. Por isso nos questionamos: porque estamos assim, já que fomos o primeiro campus a ter disponível o espaço físico para construção do prédio definitivo, em relação aos demais campi da UFFS?
Um projeto audacioso como a UFFS deveria ter sido planejado com mais afinco por parte da alta administração, já que confiamos na qualificação do nosso corpo docente. Neste contexto, indagamos o porquê de um número menor de bolsas direcionado para o campus Realeza nos últimos editais de pesquisa. Temos menos professores, mas afinal, não é a reitoria que lança editais para abrir concursos de contratação de novos docentes? Sendo assim, estamos presos a um círculo vicioso no qual somos esquecidos tanto em relação à estrutura física quanto ao corpo docente quando nos comparamos com os demais campi, pois possuem ao menos um campus provisório decente que lhes permite no mínimo um espaço para que as
atividades estudantis sejam desenvolvidas.
Salientamos que o “pseudo campus” provisório de Realeza não comporta adaptações para o prosseguimento das atividades, já que é totalmente inadequado. As salas de aula não possuem ventilação, tampouco quadros amplos, as paredes não possuem acústica, fato este que interfere negativamente nas aulas, pois ouvimos as aulas ao lado. Faltam murais para afixar documentos, portarias, recados, entre outros. Além disso, o quesito mais importante, segurança, é ignorado: não há saídas de emergência no prédio, nem extintores nas salas e nos laboratórios de informática – que se quer possuem janelas.
Como é do conhecimento de todos, estamos provisoriamente no Centro de Eventos do Município. A cada ano a Prefeitura Municipal realiza a ExpoReal, que em 2010 aconteceu em pleno mês de novembro, perturbando o ambiente universitário com barulho excessivo anteriormente e posteriormente ao evento, inclusive com o cancelamento de atividades letivas.
Neste sentido, exigimos explicações sobre o processo de aquisição da CESREAL. Ouvimos rumores sobre isso, e, nós acadêmicos estávamos certos de que no próximo ano teríamos uma infra-estrutura independente da administração municipal. Devido a isso, permanecemos durante todo o ano letivo esperando melhorias, caso contrário, haveria uma evasão enorme dos acadêmicos que poderiam ter optado por outras instituições e que tiveram a paciência e humildade de aguardar por essa falácia. Por isso questionamos: esta situação a
qual estamos inseridos foi proposital? É apenas um problema de má gestão? Ou ambos?
Causa estranheza a condução das negociações. Quem fez a avaliação das condições desta estrutura para o funcionamento do campus em 2011 e garantiu que ele atenderá as necessidades pedagógicas? O reitor? Seus pró-reitores? Todos eles estiveram apenas uma vez no campus depois do início das atividades letivas. Ou existiram interferências externas na definição dessas questões?
Se esta instituição é Federal e compete aos órgãos dessa instância deliberar verbas para construção da Universidade Federal da Fronteira Sul, porque não adquirir um ambiente apropriado para suprir as demandas básicas e que, além disso, permitiria o desenvolvimento de atividades inerentes à UFFS, como Ensino, Pesquisa e Extensão, lazer, cultura, entre outros.
Nos preocupamos, pois, se o ano de 2010 foi um caos, o que acontecerá em 2011 já que passaremos a contar com cerca de 540 acadêmicos mais o corpo docente e servidores técnicos administrativos? O que nos “empurraram” foi uma nova medida provisória de instalações precárias com os mesmos problemas supracitados.
Além disso, os aluguéis nesta cidade estão caríssimos e cada vez aumentando mais. Sabemos que as licitações para construção de restaurante universitário e moradia estudantil foram lançadas, entretanto, algo para nós soa como instigante: se a alta administração da UFFS ressalta a cada discurso em eventos que “A Nossa Federal” é uma Universidade de caráter popular, ela também deve estar ciente de que deverá ter como prioridade ações que garantam a efetivação desse pleito com qualidade. Por isso, dentre as demais necessidades citadas, exigimos que laboratórios, salas de aula equipadas, biblioteca com os melhores
exemplares de livros (e em quantidade no mínimo suficiente para atender às demandas de pesquisa, haja visto que nem os livros das referências básicas e complementares dos planos de ensino se encontram disponíveis), restaurante universitário e moradia estudantil sejam criados para o início de 2011.
Por isso, no próximo ano letivo esperamos ter um campus cuja denominação possa ser chamada “provisória” sem qualquer constrangimento, afinal, este “galpão” no qual fomos “fincados” (parafraseando a Revista Veja), não é o que se pode chamar de Universidade Federal. A Comunidade Acadêmica desse campus não irá mais passar por situações constrangedoras quando houver seminários, simpósios, semanas acadêmicas ou até mesmo visitas ilustres, como em sua única visita ao campus em 2010, e nesta ocasião proferiu a aula magna na qual ganhou a chave da cidade. Entretanto, parece que essa chave se perdeu entre
tantos outros eventos pelo país, e porque não dizer, por outros países. É relevante ressaltar nosso anseio de que quando o Sr. Zeferino Perin – presidente da Fundação Araucária - voltar a proferir uma palestra em nossas “instalações”, aves não voem sobre nossas cabeças excretando fezes, e sim, que estejamos em um ambiente realmente Universitário.
Diante de toda essa conjuntura, não resta outro caminho a não ser propor a suspensão das atividades letivas até que estes problemas sejam resolvidos. Agradecemos antecipadamente a atenção e aguardamos retorno de cunho emergencial. Sem mais para o momento.
Atenciosamente,
Daniel Vargas e Jéssica Pauletti
Ao Magnífico Reitor da Universidade Federal da Fronteira Sul
Dr. Dilvo Ilvo Ristoff
Com os nossos cordiais cumprimentos nos dirigimos à Vossa Excelência para manifestar nosso descontentamento acerca de vários aspectos, no que se refere à estrutura física, pedagógica e de apoio estudantil do campus Realeza, ao longo do ano letivo. Os problemas que enfrentamos durante todo o ano de 2010 são incontáveis.
No aspecto pedagógico, a UFFS funcionou boa parte do ano sem um estatuto próprio, sem Projeto Político Pedagógico e, tampouco, sem grade curricular definida em seus cursos de graduação. Neste sentido há um agravante, pois neste contexto não tínhamos o número de docentes necessários para compor um colegiado, estabelecer discussões institucionais e consequentemente termos uma grade curricular definida em tempo hábil.
Houveram desistências por falta de estrutura e os docentes que ficaram estiveram sobrecarregados durante todo ano letivo com as questões burocráticas de uma universidade que não estava pronta para funcionamento, e isso, infelizmente, refletiu no princípio básico de uma universidade que é o comprometimento com a formação acadêmica.
Ademais, os professores tiveram que se deslocar constantemente para Chapecó, resultando em alteração nos horários de aulas. Muitas vezes, acadêmicos e professores eram avisados um dia antes ou até no mesmo dia da reunião, plenária, posse, ou qualquer outra atividade. Consequentemente, ficamos muitas vezes sem aula ou com apenas um terço dos docentes no campus, estes tendo que literalmente “virar-se”. Além disso, alguns cursos vivenciaram, ao longo do ano letivo, certa insegurança quanto aos turnos, pois não havia
clareza nas informações.
Também houve oscilações e mudanças institucionais em relação às disciplinas do tronco comum, pois ele fora implementado e posteriormente alterado várias vezes sem considerar as especificidades inerentes de cada curso, tornando-o, pela percepção dos acadêmicos, algo denso e maçante.
Do ponto de vista científico e cultural, novamente fomos prejudicados. A biblioteca que temos infelizmente possui menos exemplares de livros que qualquer biblioteca de uma Escola Municipal. É notória a não existência de livros suficientes para suprir as necessidades dos acadêmicos de todos os cursos e os que estão à disposição só serão usados nos próximos dois ou três anos, pois abrangem outras áreas do conhecimento. Isso nos preocupa, já que aqui teremos nutricionistas, médicos veterinários e o mais importante, os professores, futuros egressos dos cursos de licenciatura oferecidos neste campus, profissionais que estarão diretamente ligados à formação educacional de pessoas que serão responsáveis pelo desenvolvimento humano.
Outro aspecto importantíssimo é a necessidade da criação de laboratórios de ensino, pois na falta deles a qualidade de nossas graduações fica prejudicada. Baseados na realidade de outras Universidades como a UNILA (que também foi criada recentemente), verificamos que eles não passam por estes problemas, pois possuem uma estrutura provisória que para a nossa realidade é algo inimaginável. Por isso nos questionamos: porque estamos assim, já que fomos o primeiro campus a ter disponível o espaço físico para construção do prédio definitivo, em relação aos demais campi da UFFS?
Um projeto audacioso como a UFFS deveria ter sido planejado com mais afinco por parte da alta administração, já que confiamos na qualificação do nosso corpo docente. Neste contexto, indagamos o porquê de um número menor de bolsas direcionado para o campus Realeza nos últimos editais de pesquisa. Temos menos professores, mas afinal, não é a reitoria que lança editais para abrir concursos de contratação de novos docentes? Sendo assim, estamos presos a um círculo vicioso no qual somos esquecidos tanto em relação à estrutura física quanto ao corpo docente quando nos comparamos com os demais campi, pois possuem ao menos um campus provisório decente que lhes permite no mínimo um espaço para que as
atividades estudantis sejam desenvolvidas.
Salientamos que o “pseudo campus” provisório de Realeza não comporta adaptações para o prosseguimento das atividades, já que é totalmente inadequado. As salas de aula não possuem ventilação, tampouco quadros amplos, as paredes não possuem acústica, fato este que interfere negativamente nas aulas, pois ouvimos as aulas ao lado. Faltam murais para afixar documentos, portarias, recados, entre outros. Além disso, o quesito mais importante, segurança, é ignorado: não há saídas de emergência no prédio, nem extintores nas salas e nos laboratórios de informática – que se quer possuem janelas.
Como é do conhecimento de todos, estamos provisoriamente no Centro de Eventos do Município. A cada ano a Prefeitura Municipal realiza a ExpoReal, que em 2010 aconteceu em pleno mês de novembro, perturbando o ambiente universitário com barulho excessivo anteriormente e posteriormente ao evento, inclusive com o cancelamento de atividades letivas.
Neste sentido, exigimos explicações sobre o processo de aquisição da CESREAL. Ouvimos rumores sobre isso, e, nós acadêmicos estávamos certos de que no próximo ano teríamos uma infra-estrutura independente da administração municipal. Devido a isso, permanecemos durante todo o ano letivo esperando melhorias, caso contrário, haveria uma evasão enorme dos acadêmicos que poderiam ter optado por outras instituições e que tiveram a paciência e humildade de aguardar por essa falácia. Por isso questionamos: esta situação a
qual estamos inseridos foi proposital? É apenas um problema de má gestão? Ou ambos?
Causa estranheza a condução das negociações. Quem fez a avaliação das condições desta estrutura para o funcionamento do campus em 2011 e garantiu que ele atenderá as necessidades pedagógicas? O reitor? Seus pró-reitores? Todos eles estiveram apenas uma vez no campus depois do início das atividades letivas. Ou existiram interferências externas na definição dessas questões?
Se esta instituição é Federal e compete aos órgãos dessa instância deliberar verbas para construção da Universidade Federal da Fronteira Sul, porque não adquirir um ambiente apropriado para suprir as demandas básicas e que, além disso, permitiria o desenvolvimento de atividades inerentes à UFFS, como Ensino, Pesquisa e Extensão, lazer, cultura, entre outros.
Nos preocupamos, pois, se o ano de 2010 foi um caos, o que acontecerá em 2011 já que passaremos a contar com cerca de 540 acadêmicos mais o corpo docente e servidores técnicos administrativos? O que nos “empurraram” foi uma nova medida provisória de instalações precárias com os mesmos problemas supracitados.
Além disso, os aluguéis nesta cidade estão caríssimos e cada vez aumentando mais. Sabemos que as licitações para construção de restaurante universitário e moradia estudantil foram lançadas, entretanto, algo para nós soa como instigante: se a alta administração da UFFS ressalta a cada discurso em eventos que “A Nossa Federal” é uma Universidade de caráter popular, ela também deve estar ciente de que deverá ter como prioridade ações que garantam a efetivação desse pleito com qualidade. Por isso, dentre as demais necessidades citadas, exigimos que laboratórios, salas de aula equipadas, biblioteca com os melhores
exemplares de livros (e em quantidade no mínimo suficiente para atender às demandas de pesquisa, haja visto que nem os livros das referências básicas e complementares dos planos de ensino se encontram disponíveis), restaurante universitário e moradia estudantil sejam criados para o início de 2011.
Por isso, no próximo ano letivo esperamos ter um campus cuja denominação possa ser chamada “provisória” sem qualquer constrangimento, afinal, este “galpão” no qual fomos “fincados” (parafraseando a Revista Veja), não é o que se pode chamar de Universidade Federal. A Comunidade Acadêmica desse campus não irá mais passar por situações constrangedoras quando houver seminários, simpósios, semanas acadêmicas ou até mesmo visitas ilustres, como em sua única visita ao campus em 2010, e nesta ocasião proferiu a aula magna na qual ganhou a chave da cidade. Entretanto, parece que essa chave se perdeu entre
tantos outros eventos pelo país, e porque não dizer, por outros países. É relevante ressaltar nosso anseio de que quando o Sr. Zeferino Perin – presidente da Fundação Araucária - voltar a proferir uma palestra em nossas “instalações”, aves não voem sobre nossas cabeças excretando fezes, e sim, que estejamos em um ambiente realmente Universitário.
Diante de toda essa conjuntura, não resta outro caminho a não ser propor a suspensão das atividades letivas até que estes problemas sejam resolvidos. Agradecemos antecipadamente a atenção e aguardamos retorno de cunho emergencial. Sem mais para o momento.
Atenciosamente,
Daniel Vargas e Jéssica Pauletti
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